Economia

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Milei fracassa na Argentina: salários caem e endividamento das famílias bate recorde Diálogos do Sul Global

Joseph Stiglitz, Laura Carvalho e Martin Guzmán apontam queda de quase 8% nos salários reais, desemprego de 7,9% e inadimplência recorde entre famílias argentinas. Os economistas alertam para os riscos de reproduzir no Brasil uma política baseada em cortes sociais, benefícios fiscais aos mais ricos e endividamento externo Milei fracassou na Argentina! Não é a

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EUA devem US$ 40 trilhões. O que acontece se o mundo parar de financiar essa dívida? Diálogos do Sul Global

Nos EUA, quarenta trilhões de dólares já não são uma projeção nem um alerta sobre o futuro. É a realidade atual do balanço do Tesouro. Este não é um problema abstrato que Washington deva administrar. É uma realidade estrutural com consequências diretas para o sistema financeiro global. Tampouco é abstrato para os governos estrangeiros, os

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A dívida cresce porque o dinheiro custa caro: 52,74% dos títulos estão expostos aos juros

A dívida pública federal brasileira chegou a R$ 9,29 trilhões em agosto. O número impressiona, mas, visto isoladamente, não explica o problema. A questão fundamental não é apenas quanto o Estado deve, mas quanto paga para carregar essa dívida. Num país submetido durante anos a juros extraordinariamente elevados, a dívida se transforma numa poderosa máquina

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BRICS cresce contra hegemonia ocidental, mas sua própria estrutura financeira ainda depende do dólar Diálogos do Sul Global

Os líderes dos BRICS se reuniram entre os dias 12 e 13 de setembro, em Nova Délhi, para sua cúpula anual. Como era de se esperar, o evento atraiu a atenção mundial. Os BRICS constituem um dos principais mecanismos internacionais existentes, superando já em importância e eficácia dois grupos mais antigos do mesmo tipo: o

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Um país de devedores: 83,9 milhões de brasileiros têm dívidas

O endividamento de 83,9 milhões de brasileiros revela uma realidade que não pode ser explicada apenas pelo comportamento individual. Mais da metade está em atraso com o sistema financeiro, enquanto o comprometimento da renda deixa cada vez menos espaço para viver O Brasil tornou-se um país de devedores. São 83,9 milhões de brasileiros com dívidas.

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BRICS 2026: por que a Cúpula na Índia deve ter poucos avanços na agenda financeira Diálogos do Sul Global

A Índia sucedeu ao Brasil na presidência rotativa do BRICS, ficando responsável por coordenar a agenda do grupo a partir deste ano de 2026. Essa agenda abarca diversos assuntos para cooperação, tais como finanças, segurança, saúde, meio ambiente, inteligência artificial, entre outros, e aglutina múltiplos atores governamentais e da sociedade civil dos respectivos países. O

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Folha de S.Paulo manipula manchetes para transformar crescimento do PIB em sinal de crise Diálogos do Sul Global

O que um discurso pode dizer, “não dizendo”? Você, que lê este texto, já se perguntou acerca disso? Antes de responder, é importante pensar que os discursos são construções que consideram a articulação entre língua, sujeito, história e ideologia, como nos ensina a professora Eni Orlandi, por meio de diversas obras que publicou ao longo

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Tarifaço de Trump reduz exportações aos EUA, mas Brasil bate recorde e amplia vendas para China e outros mercados Diálogos do Sul Global

Quando o protecionismo de Washington fechou parte das portas para os produtos brasileiros, com a imposição de novas sobretaxas, a expectativa era de que o choque provocado pelo tarifaço atingisse de forma significativa as exportações do país. O que aconteceu, porém, foi mais complexo e, em certa medida, surpreendente. Os Estados Unidos conseguiram reduzir suas

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Reforma do orçamento exige reforma política: emendas movimentam R$ 60 bilhões

É preciso uma nova repactuação entre Executivo, Legislativo e Judiciário para recuperar a capacidade de governar e colocar o orçamento a serviço de um projeto nacional de desenvolvimento O Brasil precisa discutir com urgência uma reforma do orçamento. Mas não haverá verdadeira reforma orçamentária sem reforma política. O que está em questão é a própria

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Brasil reage ao tarifaço de Trump com reciprocidade e novos mercados após queda de 12,2% nas exportações aos EUA

Diante das medidas arbitrárias de Trump, o Brasil acerta ao recorrer à OMC, iniciar o processo previsto na Lei da Reciprocidade e aprofundar as relações comerciais com os Brics e outros mercados. O Brasil decidiu reagir ao novo tarifaço de Donald Trump. E reage corretamente: pela via diplomática, pelo direito internacional e pela defesa de

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