Racismo

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Quem pode ser plenamente humano? Vini Jr., História e a luta contra o racismo

O mais recente episódio de racismo envolvendo o jogador de futebol Vinícius Júnior, o Vini Jr., no jogo Real Madrid e Benfica, deve ser considerado como uma curva histórica, como continuidade. Quando um jogador negro marca, celebra e, em seguida, denuncia ter sido chamado de “macaco”, não estamos diante de um descontrole isolado. Estamos falando […]

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O marxismo de Jacques Roumain, fundador do Partido Comunista Haitiano

ROUMAIN, Jacques (Porto Príncipe-Haiti, 1907; Porto Príncipe, 1944) 1 – Vida e práxis política Jacques Roumain nasceu na capital haitiana. Primogênito de uma família numerosa, teve onze irmãos. Seu pai, Auguste Roumain, foi um grande proprietário de terras, e sua mãe Émilie Auguste, era filha de Tancrède Auguste (presidente do Haiti entre 1912 e 1913).

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Jorge Messias no STF: o “Panteão do privilégio” e a exclusão sistemática de corpos negros

No Dia da Consciência Negra, a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) demonstrou como o projeto político dito progressista se acovarda diante do que realmente constitui as estruturas deste país, ou seja, a permanência de um pacto racial tácito, sólido e  histórico. E talvez seja exatamente por isso que o Presidente Lula

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Racismo no Uruguai: as heranças da escravidão que o Estado se recusa a enfrentar

No Uruguai, o racismo muda, se esconde e está em muitos lugares, afirma Beatriz Santos, escritora, pesquisadora e ativista pelos direitos dos afrodescendentes, cuja cor compartilha. Ela diz isso na Casa de Cultura Afro-uruguaia, no bairro de Palermo, na capital, onde chegou enquanto a Prensa Latina entrevistava Cristina Silva, diretora dessa instituição “aberta à comunidade”.

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Huck e o verniz da compaixão: entre a fala pública e a indiferença estrutural

Não costumo repercutir, no que escrevo, falas das chamadas “celebridades”, mas farei aqui uma exceção devido a alguns comentários que ouvi de pessoas que considero politizadas, e que ficaram impressionadas positivamente com o comentário feito por Luciano, no último domingo (2), sobre o mais recente massacre no Rio de Janeiro. O apresentador da Globo conseguiu

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Frei Betto | Massacre no Rio: omissão do Estado faz da “Cidade Maravilhosa” a Gaza dos trópicos

Houve um tempo em que o Rio de Janeiro era qualificado de “Cidade Maravilhosa”. Hoje, o apelido soa como ironia amarga diante das chamas que consumiram quase 100 ônibus, das ruas sitiadas e do medo que paralisou milhões de pessoas. O Comando Vermelho disseminou o terror, e o Estado respondeu com o mesmo idioma da

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Chacina no Rio de Janeiro: a urgência de uma intervenção federal contra o genocídio nas favelas

A violência policial no Brasil é uma ferida aberta que atravessa décadas, governos e regimes. Podemos afirmar que é parte constitutiva da engrenagem do nosso país. As vítimas mudam de nome, mas não de cor, nem de classe social. Nas prisões, nas ruas, nas favelas, o Estado mostra um rosto armado, letal — e quase

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O renascimento do mulato: como se constrói (e se disputa) o que é ser pardo no Brasil

Um brasileiro é designado preto, negro, moreno, mulato, crioulo, pardo, mestiço, cabra — ou qualquer outro eufemismo; e o que todo mundo compreende imediatamente, sem possibilidade de dúvidas, é que se trata de um homem-de-cor, isto é, aquele assim chamado descende de africanos escravizados. Trata-se, portanto, de um negro, não importa a gradação da cor

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Dia Internacional das Pessoas Afrodescendentes: a resistência do legado africano na Rep. Dominicana

O Dia Internacional das Pessoas Afrodescendentes, celebrado em 31 de agosto, convida à reflexão sobre a presença africana na República Dominicana, onde apenas 33% da população se identifica como negra ou parda — um reflexo do racismo estrutural e da negação identitária no país. Confira a análise. * * * A história da América Latina

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“Racismo institucional é o maior vírus contra os povos indígenas no Brasil”, avalia Rose Padilha

Em entrevista, a antropóloga denuncia o preconceito e a invisibilização nas instituições nacionais: “O Brasil precisa parar de ver os indígenas como um problema e começar a aprender com eles” “O racismo institucional é o maior vírus contra os povos indígenas”, denuncia a antropóloga Rosenilda Dias Padilha. A especialista foi a convidada do programa Dialogando

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