Cultura

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Quem pode ser plenamente humano? Vini Jr., História e a luta contra o racismo

O mais recente episódio de racismo envolvendo o jogador de futebol Vinícius Júnior, o Vini Jr., no jogo Real Madrid e Benfica, deve ser considerado como uma curva histórica, como continuidade. Quando um jogador negro marca, celebra e, em seguida, denuncia ter sido chamado de “macaco”, não estamos diante de um descontrole isolado. Estamos falando […]

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A universidade brasileira | Pt. 1: De aristocrática à primeira reforma

Parte 1 do artigo “A universidade brasileira em tempos de crise civilizatória”, capítulo do livro “O futuro da universidade” (2024). A parte 2 será publicada em breve pela Diálogos do Sul Global. * * * Uma ampla crise afeta a universidade brasileira, o que pode ser verificado em aspectos como a lógica mercantilista — típica

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CAFÉ COM VODKA | Redescobrindo a América

A coluna CAFÉ COM VODKA é produzida pelo Centro de Integração e Cooperação entre Rússia e América Latina no Brasil (CICRAL Brasil) em parceria com a Diálogos do Sul Global. * * * A “Lição 30”, um dos escritos presentes no livro Universalismo Construtivo, se tornou, sem dúvida, a obra mais conhecida de Joaquín Torres-García (1874-1949), para além, talvez, de

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“A Voz de Hind Rajab”: retrato da nossa impotência, grito contra a indiferença global

Dirigido por Kaouther Ben Hania, “A Voz de Hind Rajab” nos lembra que, por trás das estatísticas, há histórias, e que algumas perguntas nos perseguem: até quando o mundo se fará de surdo? Há vozes que não deveriam ecoar. Vozes que carregam, no tremor infantil, todo o peso de um mundo que desmorona. A voz

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Gaza, Caracas, Florianópolis: quando o Direito cede à “lei do mais forte”

A ideia de que a vida em sociedade é regulada por leis justas e universais constitui um dos pressupostos centrais do Estado moderno. Contudo, a normatividade jurídica frequentemente cede lugar à força como princípio real de organização das relações humanas. Essa contradição pode ser sintetizada na noção de “lei do mais forte” e se manifesta

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Por que símbolos têm mais força que projetos na política? Freud e Campbell explicam

Seja por meio da transferência de emoções ou da encenação heroica típica de epopeias, os símbolos produzem significados, penetram o inconsciente e, sobretudo, criam afeto e pertencimento Em campanhas políticas, raramente vence quem apresenta apenas os melhores dados ou os planos mais bem estruturados. Ganha quem consegue tocar zonas profundas da psique coletiva. Bandeiras, cores,

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EUA: na música e na poesia, a cultura reafirma sua força contra o fascismo

Artistas, escritores e músicos transformam indignação em linguagem pública, denunciando a escalada fascista do regime de Donald Trump São versos contemporâneos e histórias de lutas e resistência; são expressões de ira, condenação e dignidade na música, nos cartazes e no resgate de literatura, discursos e declarações de décadas e até séculos atrás que, de repente,

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Mohammad Bakri e a ousadia de fazer do cinema uma arma contra a narrativa sionista

Conceder às vítimas o direito à palavra: por esse “crime”, Mohammad Bakri foi perseguido judicialmente e alvo de pressão política e midiática; ainda assim, não recuou A morte do artista e cineasta palestino Mohammad Bakri, em 24 de dezembro último, não foi um acontecimento passageiro no cenário cultural palestino, mas uma perda dolorosa de uma

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Educar para a barbárie: o cachorro Orelha e as hierarquias que matam

A impunidade não nasce no tribunal. Ela é ensaiada no jantar de família — muito antes do crime, do boletim de ocorrência ou da perícia. Começa quando pais e responsáveis ensinam, cotidianamente, que regras são negociáveis quando se tem poder suficiente para dobrá-las. Por exemplo, pressionar professores para aprovar um filho despreparado é uma aula

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Do “Aqui é Jerusalém” (1936) ao genocídio televisionado, a mídia palestina resiste

No rádio, na TV ou no digital, a transmissão a partir de Gaza pode ser interrompida, mas a voz palestina provou e segue provando, há 90 anos, que não pode ser apagada Na história palestina, a mídia não é medida pelo número de emissoras nem pela potência do sinal, mas pelo momento da primeira fala,

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